Essas pessoas são acometidas de otites rinites, sinusites,
faringo-amigdalites e/ou bronquites de repetição
e/ou pneumonia.
Os ouvidos, fossas nasais, seios da face..., São forrados
pelo mesmo epitélio respiratório, que reage
ao agressor produzindo muco. Assim, ao contrário do
que se pensa, essas cavidades não são os verdadeiros
“bandidos” mas, sim, os agredidos.
Os pacientes têm a ilusão que, fazendo uso de
vitaminas ou eliminando um determinado germe com um antibiótico
potente, estarão eliminando o problema. Na realidade,
estão tratando exclusivamente aquela crise, não
fazendo qualquer prevenção para o dia seguinte.
É necessário entender que se deve tratar a
causa primária, ou seja, o problema imuno-alérgico,
em paralelo às crises intercorrentes.
São 5 pontos importantes: os pacientes devem ter paciência,
mas persistência; a pessoa melhora com estimulação
imuno-alérgica específica e com atividade físico-respiratória
rotineira (natação é o mais indicado).
São os elementos para que as crises catarrais, com
o tempo, sejam cada vez menos frequentes e intensas.
O seu otorrinolaringologista, em conjunto com o imunologista,
saberá dar a melhor orientação para cada
caso, eliminando causas coadjuvantes, como hipertrofia de
adenóides, ou consequências danosas sobre as
cavidades agredidas, como perda auditiva, por exemplo.